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O XVIII governo eleito leva agora quase sete meses de navegação à vista, entre foguetórios efémeros, puxões de orelhas europeus e globais, deriva ao sabor de acontecimentos, momentos de desespero pontilhados aqui e ali por um optimismo forçado, contemplação inconfortável de factos, números e quadros meramente realistas mas muito desagradáveis, e um discurso em geral artificioso, ainda descolado da realidade.
Sócrates lidera um segundo mandato que ainda não exibe um governo capaz de reagir cabalmente - de forma organizada, clara, atempada, razoável e segura - face a uma situação que não antecipou, e que o parece ter largamente ultrapassado. É o que parece...
Espero que o governo finalmente reorganize e combata para aquilo que foi publicamente mandatado, ou então que abdique, e dê o lugar a outros.
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